Archive for July, 2010

July 19, 2010

Os treinos da Equipa Sénior

July 6, 2010

Integrados a 100% na Equipa

A equipa sénior já preparou o menu completo mas faltam ainda muitos pormenores. A integração dos membros da equipa a 100% é uma ajuda nos treinos, diz o capitão da equipa, Chefe Paulo Pinto

Em conjunto treinam quatro dias por mês, com a equipa toda presente, mas cada um dos membros da equipa treina individualmente as várias técnicas e métodos de confecção de cada menu. “Neste momento finalizámos a categoria A, a travessa de 8 pessoas e os Finger Foods. Estão definidos os produtos a usar, assim como as quantidades, resta treinar até à perfeição”, explica o Chefe Paulo Pinto.

A competição decorrerá no mês de Novembro e, até lá, para além de alcançar a perfeição na preparação dos menus, falta definir quais serão os cinco membros da equipa a participar na competição.

Uma das diferenças desta competição em relação à anterior no Luxemburgo, em 2006, é a actual integração da equipa. “Em 2006 foi a primeira competição desta equipa, por isso agora queremos fazer muito melhor”, diz Paulo Pinto. “A integração dos elementos da equipa neste momento é de 100%. Embora haja sempre muita coisa a melhorar, já funcionam como equipa, conhecem a maior parte das técnicas e sabem como aplicá-las”.

As novidades serão muitas pois a equipa está a fazer tudo do zero para esta competição. “Estamos a fazer tudo novo: pratos, terrinas e guarnições”, explica o capitão da equipa.

July 4, 2010

“Temos uma ligação umbilical”

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Ricardo Ferreira, Marketing Manager da Unilever Foodsolutions, sublinha a importância da ligação próxima que têm com os Chefes de Cozinha.

Patrocinador desde 1997: Unilever Foodsolutions

Desde 1997 que a Unilever Foodsolutions é um dos patrocinadores das Equipas Olímpicas de Culinária. Como surgiu essa iniciativa?

A ligação da Unilever FoodSolutions às Equipas Olímpicas de Culinária surgiu de forma a reforçar a nossa ligação ao sector. Esta união, simultaneamente com outras actividades que apoiamos e organizamos, faz da Unilever FoodSolutions uma das companhias mais empenhadas no desenvolvimento do sector.

Passados 13 anos houve uma evolução visível no trabalho das Equipas e na sua visibilidade. Como patrocinadores sentiram essa evolução?

Sentimos e estamos orgulhosos por ver essa evolução. É gratificante ver que somos um dos intervenientes neste desenvolvimento mas temos acima de tudo de realçar a evolução da equipa e o esforço pela visibilidade merecida que tem sido realizado.

Sente que a maior visibilidade das Equipas trouxe uma maior visibilidade à Unilever Foodsolutions como patrocinador?

Indirectamente, sim. Mas mais importante é o desenvolvimento e reconhecimento da classe que as Equipas Olímpicas representam. A visibilidade neste tipo de apoios e o seu retorno é uma eterna questão. Para nós o mais importante é estarmos fortemente ligados à classe e isso temos feito, neste caso, desde 1997.

A importância dos patrocinadores é claramente destacada pelos Chefes das Equipas. Que valor dão a esse papel?

É recompensador ouvir essas declarações. Mas destaco que o principal trabalho é de todos os elementos que fazem parte das Equipas.

E como avaliam o papel desempenhado pelas Equipas ao levar Portugal ao mundo?

Extremamente positivo. Por mais apoio que déssemos, se a qualidade não evoluísse e se as horas de dedicação não acontecessem, todo esse apoio seria infrutífero para a classe. Todos sabemos que esta actividade olímpica é extra às suas profissões, e aqui é mais um exemplo do espírito de sacrifício.

Numa palavra conseguiria definir a ligação entre as Equipas e a Unilever Foodsolutions?

Umbilical. Sem uma classe de Chefs que evoluísse, todo o trabalho que nós realizamos dia-a-dia no mercado seria inglório. A relação entre Chefs e a Unilever FoodSolutions tem de ser umbilical, para isso trabalhamos com eles e contactamos pessoalmente centenas de Chefs por dia.

Crê que a cozinha portuguesa está suficientemente representada fora do país?

A cozinha portuguesa ainda não tem o reconhecimento internacional que Itália tem com as suas massas ou pizzas ou Espanha com as suas tapas. Todos reconhecem elevada qualidade à nossa cozinha mas falta-nos trabalhar em algo que nos identifique e nos personalize na gastronomia internacional. Como Português não é difícil pensar em pratos como o bacalhau, a sardinha ou mesmo os famosos petiscos. Temos é de conseguir exportar globalmente de forma a recebermos o devido reconhecimento.

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