Archive for ‘Patrocinadores’

November 19, 2014

Diário de uma Competição | Dia 2. 19 de Novembro de 2014

DIA II – 19 de Novembro de 2014

Começámos hoje por um pequeno-almoço “em família”, seguido da tarefa das compras para alguns dos elementos da comitiva.

A equipa foi para a cozinha e começou a ser executado o plano de trabalho pré-definido. O facto de conhecer o hotel e o staff é uma vantagem enorme, pois já conhecemos os cantos à casa e assim estamos só preocupados com as nossas tarefas, todas elas treinadas vezes sem conta ao longo dos últimos meses.

O almoço foi à portuguesa, no hotel, onde até o molho cervejeira serviu para “matar saudades”. E depois do almoço, a velocidade de cruzeiro começa a funcionar.

Fizemos pequenas compras, marcámos itinerários no GPS. Tudo a correr bem. Mais tarde, jantámos no hotel e continuámos as actividades do dia.

Hoje, as diferentes fases de preparação da mesa dos frios – ou seja, a exposição de vários pratos que arranca na madrugada do dia 22 – começaram a ganhar forma. O dia deverá acabar perto da meia-noite, pois por enquanto ainda é tempo de aproveitar para dormir.

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November 19, 2014

Diário de uma Competição | Dia 1. 18 de Novembro de 2014

DIA I – 18 de Novembro de 2014

Este primeiro dia foi praticamente todo passado em viagem. Com encontro no Aeroporto Internacional de Lisboa às cinco da manhã, onde alguns fornecedores de produtos frescos tinham encontro marcado connosco, a equipa nacional teve tempo para fazer o check in quase de forma tranquila, não fosse um dos elementos da equipa ter adormecido e chegar… mesmo na partida do avião! Primeiro susto ultrapassado.

Chegados ao Luxemburgo, fomos levantar as carrinhas que utilizamos para as deslocações diárias e seguimos viagem até ao Hotel “ Roeserstuff” em Roeser, onde foi combinado o encontro com a carrinha portuguesa que trouxe todos os equipamentos e produtos. Este hotel é o mesmo onde ficámos em 2010, quando viemos participar nesta mesma competição. O hotel tem um fantástico staff, ou não fossem 75% portugueses!

Almoçámos de equipa num restaurante local, descarregámos a carrinha e arrumámos tudo nos frigoríficos e na cozinha. E a tarde está passada.

Com a chegada do Chef António Bóia, vindo de Paris, a comitiva estava completa.

Jantámos num restaurante, aproveitando para comemorar o facto de estarmos todos juntos de novo. E ainda conseguimos festejar o golo e a vitória da equipa nacional… de futebol! Bom presságio!

Dormir cedo, para recuperar algumas horas de sono e preparar os para os dias seguintes, que se esperam cheios de actividade.

November 19, 2014

Diário de uma Competição | Dia 0. 16 de Novembro de 2014

DIA 0 – 16 de Novembro 2014

Este dia zero, ainda em Portugal, foi o da tarefa mais “pesada”: colocar na carrinha todos os equipamentos, os produtos não perecíveis e algumas peças de pastelaria anteriormente feitas, para serem transportadas por terra até ao Luxemburgo. O dia serviu ainda para que os elementos da comitiva fizessem a entrega das suas malas. É que o peso de bagagem a que cada um tem direito no avião é necessário para o transporte dos produtos alimentares frescos, designadamente aqueles que não conseguimos encontrar no Luxemburgo.

Depois de algumas horas de trabalho, a carrinha ficou com a carga completa e pronta para seguir viagem.

November 19, 2014

Estamos de volta à competição. Agora no Luxemburgo.

Equipas

A equipa nacional de culinária está no Luxemburgo para a competição ExpoGast’14 – Culinary World Cup, que durante cinco dias reúne mais de 105 equipas. Há equipas nacionais, equipas júniores, equipas regionais e de de restauração colectiva). Estão representados os cinco continentes, através de cerca de mil cozinheiros e pasteleiros. O júri é composto por 55 chefes, entre os quais está o chef português António Bóia.

Portugal está representado pela equipa nacional (a equipa sénior) e estará em competição nos dias 22 de Novembro (exposição) e 24 de novembro (confecção).

A partir de hoje e até ao final dos dias de competição, publicaremos um diário da competição.

October 23, 2011

Almoço servido na Casa do Campino

As Equipas Olímpicas de Culinária inauguraram, no dia 22 de Outubro, os almoços servidos na Casa do Campino, durante o Festival Nacional de Gastronomia, em Santarém, que arrancou no passado dia 21. O tema do almoço foi a Caça e o anfitrião foi o Turismo de Lisboa e Vale do Tejo. No mesmo dia em que confeccionaram o almoço, as Equipas estiveram em directo na RTP1, exemplificando o processo de gelatinagem, específico das competições de culinária.

Também no dia 23, domingo, as Equipas estiveram no Festival. A sua presença voltará a repetir-se nos dias 30 e 31 de Outubro.

January 22, 2011

Próximo destino: Espanha

As Equipas Olímpicas de Culinária vão estar em Espanha, entre os dias 4 e 6 de Fevereiro, numa demonstração de culinária, pela Junta de Turismo de Lisboa e Vale do Tejo, patrocinador das equipas. Quatro membros da Equipa Olímpica Sénior vão confeccionar e apresentar oito pratos, no dia 5 de Fevereiro, entre as 17h e as 20horas.

João Simões, Filipe Carvalho, Jorge Fernandes e Carlos Gonçalves vão confeccionar os oito pratos. Cada um terá 45 minutos para preparar dois pratos (duas entradas, dois pratos de carne, dois pratos de peixe e duas sobremesas).

 

Entradas (por Filipe Carvalho)

Flan de queijo de cabra, salada de portobellos e maçã verde, tofu marinado sobre puré de manga e tempura de espargos

Lavagante escalfado, bisque de crustáceos, salmão fumado sobre puré de ervilhas

Pratos de Carne (por João Simões)

Lombo de veado com crosta de pistáchios, tarte de perdiz e pêra bêbeda, carré de lebre e batata rosti

Naco de vazia corado sobre puré de aipo, bochecha de vaca estufada, timbale de favas à Portuguesa e arepa de milho

Pratos de peixe (por Jorge Fernandes)

Caldeirada do mar em caldo clarificado, ravioli de sapateira e legumes de Inverno

Filete de robalo corado, canelloni de alho francês recheado com migas e amêijoas à Bulhão Pato, batata cozinhada em infusão de açafrão

Sobremesas (por Carlos Gonçalves)

Sobre um biscuit de pistáchios, goma de framboesa, mousse de queijo e sorvete de vinho do Porto

Bolo quente de chocolate 70%, quindin de maracujá, pannacotta de côco, espuma de framboesa e gelado de kaffir

October 21, 2010

“Crescemos uns com os outros”

Paulo Amado, director da InterMagazine, contextualiza a relação da revista com as Equipas, lembrando ainda a importância de projectos de valorização, identificação e recolha de receituário tradicional em Portugal.

 

A Inter é um dos patrocinadores das Equipas Olímpicas. Como surge essa iniciativa?

Surge com absoluta naturalidade, na medida em que as equipas olímpicas são uma iniciativa da ACPP, nossa parceira de longa data, anterior à maior parte de nós. A Inter surge como parte das Edições do Gosto, enquadrada enquanto patrocinadores, mas somos mais parceiros e amigos, acredito. Partilhamos todos uma causa comum.

Os restantes patrocinadores são, na maioria, empresas ligadas ao sector alimentar. Enquanto imprensa, quão diferente é o apoio que a Inter dá às Equipas?

As equipas têm um espaço na revista onde demonstram a sua actividade e isso é muito importante para todos. Acredito que o nosso maior papel está em ampliar o mais possível o trabalho árduo de todos os elementos das equipas. Mesmo assim acho que ainda não o estamos a fazer com toda a evidência necessária. Uma das tarefas da revista tem sido acompanhar o desenvolvimento e evolução dos profissionais de cozinha.

Que perspectiva evolutiva tem das Equipas?

As equipas dependem em primeira instância da ACPP, depois dos Capitães e por último mas principalmente, dos seus membros. Estar lá, fazer parte, é abdicar do pouco descanso, é querer mais com grande espírito de sacrifício. É entrar numa viagem pessoal e profissional de grande nível. Para quem conseguir lá chegar, mantendo os olhos abertos, é uma oportunidade única de conhecer o mundo da alta cozinha, ao nível nacional e internacional. A minha perspectiva é positiva, mas compreendo que é muito trabalhoso para todos.

O que significa para a Inter apoiar as Equipas Olímpicas de Culinária?

Acreditar. Estar ao lado dos que acreditam que vale a pena construir de raiz projectos que dão grande contributo a dezenas de profissionais que ganham. Assim ganhamos todos.

Numa palavra como definiria a ligação entre a Inter e as Equipas?

Futuro imenso.

Como avalia o trabalho dos cozinheiros membros das Equipas?

Destaco a persistência dos capitães e dos vários elementos que dão apoio ao que é a estrutura de gestão. António Bóia, Carlos Madeira, Paulo Pinto, João Simões, Celestino Grave, Fausto Airoldi. Incentivo com alegria todos os elementos que fazem parte das equipas júnior e sénior.

Que peso têm na culinária em Portugal? Pensa que poderiam ter mais visibilidade ou reconhecimento?

O peso é grande. Acredito que já há uma escola, na medida em que 20 anos de competição, de trabalho, perseverança, sacrifício, estudo, técnica, abnegação, capacidade de se colocar à prova, tiveram um contributo que poucos perceberão. Há hoje jovens por Portugal e pelo mundo, que tiveram contacto com este espírito e isso fez deles melhores profissionais, estou certo.

De que forma o trabalho das Equipas consegue dar retorno ao apoio da Inter?

É para nós uma honra ter parceiros que dão um contributo tão profundo quanto este. Ficamos todos maiores. Crescemos uns com os outros.

A acompanhar o mundo da culinária em Portugal nos últimos anos, quais são as principais conclusões a que chega?

Que evolução tão grande tivemos nós. Não fora a característica inveja e a fraca auto-estima, estaríamos todos muito mais felizes e com mais união.

O perfil de um Chefe mudou muito nos últimos anos?

Numa perspectiva aberta, o perfil de um chefe está definido. Sabe o que são as bases de cozinha, conhece os produtos no seu tempo, domina as técnicas, receitas e utensílios. Gere bem pessoas e controla orçamentos. Concilia a necessidade do sabor com a obrigação de controlar o impacto na saúde do seu cliente, para cuja satisfação trabalha. O que temos vindo a ver é que há cada vez mais portugueses a contribuir para este movimento.

Acha que a Cozinha portuguesa está suficientemente representada fora do país? O que poderia ser feito?

Será que tem o ordenamento interno suficiente para se esperar outro ordenamento lá fora? Ainda há muito trabalho a fazer. Se aqui ainda não nos entendemos todos acerca do que são e como se fazem os nossos principais pratos, não podemos esperar melhor fora do país. É muito importante retomar os princípios da Comissão Nacional de Gastronomia e que o Prove Portugal seja duradouro e abrangente. Tal como é muito importante que ganhem corpo os projectos de valorização, identificação e recolha de receituário tradicional. Faltam-nos mais livros em Português. Falta que todos os cozinheiros se associem na ACPP e que isso seja natural. Façamos aqui o nosso trabalho para rapidamente darmos contributo aos que estão fora do país.

October 3, 2010

“É um orgulho apadrinhar as Equipas”

Orquídea Silva, directora-geral da Hig International, fala da relação da empresa com as Equipas, sublinhando a necessidade de valorização da ligação de Portugal à vertente gastronómica.

A HiG torna-se patrocinadora das Equipas Olímpicas em 2004. Como surge essa iniciativa?

A iniciativa surge a convite do Chef Jerónimo Ferreira (actual Chef do Sheraton Porto).  Na altura a HiG ainda estava a iniciar a sua actividade em vestuário, por isso foi um investimento significativo. Apostámos com uma perspectiva de retorno a longo prazo.

Passaram-se seis anos, nos quais as Equipas evoluíram não só em conhecimento, mas também na projecção nacional. Como patrocinador que perspectiva tem dessa evolução?

A evolução é algo natural, com a experiência e a prática existem sempre melhorias. Achamos que as nossas equipas irão sempre vencer em todas as perspectivas… ter bons resultados, adquirir conhecimento, ter orgulho de quem são e do que pretendem concretizar. Actualmente temos uma equipa dinâmica com uma imagem profissional e cuidada.

O que significa para a HiG apoiar as Equipas Olímpicas de Culinária?

Significa apoiar o futuro, o profissionalismo e a competitividade saudável, pilares da filosofia da empresa. É, acima de tudo, um orgulho apadrinhar estas equipas.

Numa palavra como definiria a ligação entre a HiG e as Equipas?

Crescimento.

Como avalia o trabalho dos cozinheiros membros das Equipas?

Vemos o seu trabalho com dedicação e paixão pelo que fazem. Querem divulgar ao mundo os nossos sabores, a nossa cultura e criar algo inesquecível. Avaliamos muito positivamente o desempenho constante dos nossos membros das equipas.

Que peso têm na culinária em Portugal? Pensa que poderiam ter mais visibilidade ou reconhecimento?

Consideramos que o tema “Culinária” está em crescimento e muito em voga. A equipa deveria ter visibilidade e reconhecimento mediático e estatal, pois Portugal só tem a ganhar com esta visibilidade. A equipa representa a nossa tradição, as nossas raízes e um dos valores mais preciosos no nosso país, a gastronomia.

De que forma o trabalho das Equipas consegue dar retorno ao apoio da HiG?

A HiG é uma empresa dedicada ao Canal HoReCa e à imagem dos Chefs de Cozinha, sendo que as equipas são, de alguma forma, os nossos manequins e as nossas referências no mercado. A imagem deles é um símbolo de prestígio e, só por isso, a HiG já tem retorno, não só em portfolio mas também no mercado como uma marca credível.

Uma das vossas marcas é a ProChef. Como se faz para que uma farda acompanhe a modernização e evolução da Cozinha e da profissão de cozinheiro?

A Prochef é uma marca 100% portuguesa que acompanha o percurso dos nossos cozinheiros passo a passo. Tendo sempre em conta a sua evolução e desenvolvimento, inova em todas as colecções. A equipa é a nossa imagem desde dos nossos catálogos, até aos eventos. Por outro lado, para conseguir estar presente no mercado como líder neste segmento estamos sempre atentos às novas tendências tanto a nível do design, do corte, dos tecidos e das cores. A Prochef é uma marca radical e muito diferente que acompanha o percurso do profissional de cozinha, conceito bem patente no nosso slogan “life is daring… be different…be prochef!”. A equipa preenche o visual e atitude que pretendemos. Aproveito para salientar que iremos apresentar em breve a nova colecção 2011, que vai surpreender.

Acha que a Cozinha portuguesa está suficientemente representada fora do país? O que poderia ser feito?

A nossa cozinha é realmente única em vários aspectos e, como tal, deveriam existir formas de a melhorar e promover. A partilha de experiências entre chefs nacionais e internacionais em eventos, os workshops e concursos internacionais, são alguns exemplos. Por outro lado, a criação de iniciativas e apoios de promoção com objectivos traçados traduzem-se sempre em crescimento positivo e daí mais procura. É essencial a presença mundial em temas ligados à Cozinha e formação constante dos nossos profissionais. É importante valorizar a ligação do país – que é muito turístico – à sua vertente gastronómica.

August 2, 2010

“É gratificante fazer parte do desenvolvimento”

Pedro Alcobia fala sobre a parceria que existe entre as Equipas e a Comeca.  Sobre a representatividade da Gastronomia portuguesa fora do país, deixa uma sugestão.

O que significa para a Comeca apoiar as Equipas Olímpicas de Culinária?

Para a Comeca, o apoio das Equipas Olímpicas tem sido parte de uma filosofia de colaboração para com a difícil gestão de recursos monetários que as equipas dispõem.

Em que contexto surgiu a iniciativa do patrocínio?

A ligação surgiu de forma a reforçar a nossa ligação ao sector. Já éramos patrocinadores da Associação dos Cozinheiros Profissionais de Portugal (ACPP) e, a pedido da Direcção da ACPP, começámos a patrocinar as equipas.

Sente que houve uma evolução desde esse começo? De que forma?

Sentimos e estamos satisfeitos por ver essa evolução. É gratificante ver que fizemos parte e continuamos a ser intervenientes neste desenvolvimento, mas temos de, acima de tudo, realçar a evolução das equipas e o esforço que tem sido feito pela visibilidade merecida .

Como avaliam o trabalho dos cozinheiros membros das Equipas?

É um trabalho dedicado, que requer muito esforço e dedicação. As equipas reflectem o que pode ser o nosso futuro em termos de gastronomia.

Numa palavra como definiria a ligação entre a Comeca e as Equipas Olímpicas?

Parceria. Contamos sempre com os membros das Equipas Olímpicas para realizar o nosso plano anual de demonstração, bem como todas as formações pontuais que os nossos clientes requisitam.

Que retorno conseguem as Equipas Olímpicas dar à Comeca? Sente que houve uma evolução na visibilidade?

As Equipas Olímpicas conseguem dar visibilidade à nossa marca, nomeadamente a da Zanussi. Como patrocinadores, estamos sempre presentes em todos os eventos que promovem e realizam, transmitindo assim confiança, qualidade e credibilidade à marca. Além do mais, uma marca de equipamentos hoteleiros industriais que está permanentemente aliada à Associação dos Cozinheiros Profissionais de Portugal é algo de muito positivo.

O vosso trabalho está muito próximo da evolução da profissão de cozinheiro e sobretudo da evolução da Cozinha. Em que medida acompanham esse desenvolvimento?

A Comeca acompanha esse desenvolvimento apresentando e comercializando novos equipamentos, aliados às novas tecnologias, que respondem às exigências dos profissionais de cozinha. São estes que, primeiro, utilizam e recebem formação sobre estes equipamentos.

Acham que a cozinha portuguesa está suficientemente representada fora do país? O que poderia ser feito?

A cozinha portuguesa ainda não tem o reconhecimento internacional que tem outros países, razão pela qual não tem representatividade fora do país. No entanto, temos profissionais extraordinários que irão elevar a gastronomia e dar-nos esse reconhecimento. Poderíamos associar a nossa gastronomia a produtos de elevado reconhecimento no exterior, tais como o Vinho do Porto. Penso que seria uma boa aposta.

July 4, 2010

“Temos uma ligação umbilical”

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Ricardo Ferreira, Marketing Manager da Unilever Foodsolutions, sublinha a importância da ligação próxima que têm com os Chefes de Cozinha.

Patrocinador desde 1997: Unilever Foodsolutions

Desde 1997 que a Unilever Foodsolutions é um dos patrocinadores das Equipas Olímpicas de Culinária. Como surgiu essa iniciativa?

A ligação da Unilever FoodSolutions às Equipas Olímpicas de Culinária surgiu de forma a reforçar a nossa ligação ao sector. Esta união, simultaneamente com outras actividades que apoiamos e organizamos, faz da Unilever FoodSolutions uma das companhias mais empenhadas no desenvolvimento do sector.

Passados 13 anos houve uma evolução visível no trabalho das Equipas e na sua visibilidade. Como patrocinadores sentiram essa evolução?

Sentimos e estamos orgulhosos por ver essa evolução. É gratificante ver que somos um dos intervenientes neste desenvolvimento mas temos acima de tudo de realçar a evolução da equipa e o esforço pela visibilidade merecida que tem sido realizado.

Sente que a maior visibilidade das Equipas trouxe uma maior visibilidade à Unilever Foodsolutions como patrocinador?

Indirectamente, sim. Mas mais importante é o desenvolvimento e reconhecimento da classe que as Equipas Olímpicas representam. A visibilidade neste tipo de apoios e o seu retorno é uma eterna questão. Para nós o mais importante é estarmos fortemente ligados à classe e isso temos feito, neste caso, desde 1997.

A importância dos patrocinadores é claramente destacada pelos Chefes das Equipas. Que valor dão a esse papel?

É recompensador ouvir essas declarações. Mas destaco que o principal trabalho é de todos os elementos que fazem parte das Equipas.

E como avaliam o papel desempenhado pelas Equipas ao levar Portugal ao mundo?

Extremamente positivo. Por mais apoio que déssemos, se a qualidade não evoluísse e se as horas de dedicação não acontecessem, todo esse apoio seria infrutífero para a classe. Todos sabemos que esta actividade olímpica é extra às suas profissões, e aqui é mais um exemplo do espírito de sacrifício.

Numa palavra conseguiria definir a ligação entre as Equipas e a Unilever Foodsolutions?

Umbilical. Sem uma classe de Chefs que evoluísse, todo o trabalho que nós realizamos dia-a-dia no mercado seria inglório. A relação entre Chefs e a Unilever FoodSolutions tem de ser umbilical, para isso trabalhamos com eles e contactamos pessoalmente centenas de Chefs por dia.

Crê que a cozinha portuguesa está suficientemente representada fora do país?

A cozinha portuguesa ainda não tem o reconhecimento internacional que Itália tem com as suas massas ou pizzas ou Espanha com as suas tapas. Todos reconhecem elevada qualidade à nossa cozinha mas falta-nos trabalhar em algo que nos identifique e nos personalize na gastronomia internacional. Como Português não é difícil pensar em pratos como o bacalhau, a sardinha ou mesmo os famosos petiscos. Temos é de conseguir exportar globalmente de forma a recebermos o devido reconhecimento.

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